7 atitudes que o investidor deve ter para uma aposentadoria melhor

Fonte: InfoMoney – 26-04-2013 
Por Gabriella D’Andréa  

 

A primeira diz respeito a quando o investidor deve começar a poupar para a aposentadoria. Segundo a colunista Libby Kane, esse momento é agora!

 
SÃO PAULO – Começar a aplicar pensando na aposentadoria é algo que deve ser feito com antecedência, pois quanto mais cedo o investidor começar a poupar maior a quantia acumulada ao final do período. O site LearnVest aponta esta e outras 6 atitudes que todos que pensam em se aposentar com tranquilidade e conforto deveriam ter.

Confira quais são as 7 lições que todo investidor deve aprender:

1ª – Comece a poupar cedo
Como já foi dito, a melhor hora para começar a poupar é sempre o mais cedo possível. Se fizer isso, o investidor terá que se sacrificar menos para poupar um grande montante e vai poder aproveitar sua aposentadoria sem preocupações financeiras. 

Site sugere 9 atitudes para o investidor se preparar para o momento de se aposentar (Getty Images)
Site sugere 9 atitudes para o investidor se preparar para o momento de se aposentar (Getty Images)

Para exemplificar essa situação, o Santander calculou quanto o investidor teria que aplicar para chegar aos 65 anos com R$ 550 mil, considerando uma rentabilidade de 7% ao ano. Caso ele começasse a poupar aos 25 anos, teria que separar R$ 223 de seu salário, valor que sobe para R$ 470 aos 35 anos. Já se ele optasse por começar a investir aos 45, o montante seria de R$ 1.084 mil. E considerando que ele comece 10 anos antes de se aposentar, isso é, aos 55 anos, teriam de ser destinados à aplicação R$ 3.215 mil. 

2ª – Use o melhor plano de acordo com seu perfil
Planos de previdência permitem que o investidor aplique uma quantia mensal, além de proporcionar incentivos fiscais para deixar o dinheiro até o momento de sua aposentadoria. Portanto, cada um deve escolher o plano que melhor se encaixa aos seus objetivos.

No caso brasileiro existem as opções PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).No primeiro, o investidor pode deduzir o Imposto de Renda a ser pago ou aumentar sua restituição do IR – é indicado para quem faz declaração completa. Já no VGBL, a tributação incide apenas no ganho de capital. 

3ª – Entenda as regras
Assim como em qualquer aplicação, investir em um plano de previdência requer que o contribuinte entenda as regras para não sair com prejuízo. Como este é um investimento de longo prazo, retirar o dinheiro antes do período previsto fará com que o investidor perca com taxas e com a incidência do IR.

“Muitas pessoas não entendem as regras antes de começar. Coisas básicas como os planos aos quais você pode aderir e com quanto é possível contribuir podem custar caro. Então, assim que você começar certifique-se de que conhece as regras”, afirma a colunista.

4ª – Sua empresa também contribui? Entenda o processo
Muitas companhias incentivam seus funcionários a poupar para a aposentadoria, auxiliando-os com uma parcela mensal caso eles atinjam suas metas. Sendo assim, é importante saber como a empresa calcula a porcentagem que será destinada ao seu plano e o que é necessário fazer para obtê-la.

5ª – Confira suas alocações
Seu fundo de aposentadoria é alocado em investimentos, e investimentos são dinâmicos. Sendo assim, o investidor precisa avaliar seu portfólio constantemente para ver se aquela aplicação está em uma proporção adequada.

“Uma vez que você tem o mix particular que é certo para a sua idade e tolerância ao risco, você quer ter certeza de que as oscilações do mercado no curto prazo não vão afetar seu portfólio. É aí que o reequilíbrio entra. Reequilibrar restaura seus investimentos para as suas proporções originais, assumindo que é o que você ainda quer”, explica a colunista.

No entanto, ao avaliar sua carteira o investidor pode se dar conta de que suas aplicações já não condizem mais com o seu objetivo, obrigando-a a trocar as aplicações. Por exemplo, caso o investidor tenha começado a se preparar para a aposentadoria com ativos mais arriscados, ele pode perceber que o momento exige aplicações mais conservadoras, já que o tempo para a aposentadoria é mais curto e ele não quer arriscar o que foi poupado durante anos.

6ª – Tenha seu próprio plano
Muitas pessoas não fazem um plano de aposentadoria privada por acreditar que seu cônjuge ou parceiro vai tomar conta delas quando for o momento de se aposentar. Mas enquanto o investidor planeja seu futuro financeiro como casal, ele também pode ter um plano de previdência em seu nome como uma garantia.

Situações como divórcio e morte do parceiro são chatas, mas podem acontecer. Pensando nesses riscos é importante ter uma segurança para a aposentadoria.

7ª – Não utilize no curto prazo
Escolhido o plano de previdência ou fundo, o investidor deve se afastar dele. Segundo Libby, muitas pessoas têm o hábito de achar que uma conta para a aposentadoria é como uma conta poupança e retiram uma parte para fazer alguma grande compra.

Além de destruir todo o trabalho árduo despendido para juntar esse dinheiro, o investidor também nega suas economias para a aposentadoria ao retirar uma parcela antes do período previsto. Adicionalmente, ele vai ter de enfrentar sanções e impostos que não estavam previstos em seu planejamento financeiro.


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