O ‘Treme-Treme’ da rua Paim.

Esse condomínio, conhecido como Treme-Treme, é um conjunto de prédios na Rua Paim, na Bela Vista/Bexiga, próximo à Praça 14 Bis (que não e aquela da Zona Norte perto do Campo de Marte).

O condomínio , projetado por Aron Kogan, é composto por três blocos cujos nomes foram dados em homenagem as máquinas desenvolvidas por Santos Dumont :

  • Demoiselle
  • 14 Bis
  • Caravelle

Kogan projetou outros edifícios: Racy , São Vito e o Mirante do Vale.

Para quem não sabe, vivem nesse três prédios quase dois mil moradores,  são 27 andares e 499 apartamentos. Todos compartilham o número 235 da rua Paim, na Bela Vista (centro).

O prédio modernista dos anos 1950, ficou conhecido como “treme-treme”  e há duas explicações para o apelido:

  • A estrutura côncavo/convexo se abala com o vento
  • E algumas figuras marginais faziam “tremer” o local.

Veja o que encontrei no blog Prensada! :

Em um dos andares os moradores penduravam linguiças e carne-seca em varais pela extensão do corredor. Quando saímos do elevador, demos de cara com as carnes penduradas….ahahahaha. … Na virada do ano, além da comemoração tradicional, os moradores jogavam as garrafas de champanhe pelas janelas e davam tiros de revolver pro ar. Uma alegria além da imaginação.

A Rua Paim

Luis Soares, 23, trocou o Brooklin, na zona sul, pela Paim para ficar mais perto da loja em que é gerente. Ele alugou há um ano um apartamento e pretende comprar uma unidade em um dos edifícios da rua.

Eu tinha um pouco de medo de andar aqui quando me mudei, mas a rua está bastante tranquila.

A rua Paim foi a campeã em lançamentos em São Paulo nos últimos anos, conforme com apenas 500 metros de extensão, a Paim começa na rua Frei Caneca e desemboca na avenida Nove de Julho, ou vice-versa, ligando vias com fácil acesso para outras regiões da cidade.

A localização estratégica e a infraestrutura do entorno estão embalando a procura por imóveis na área. Nos últimos sete anos, sete residenciais foram lançados na rua e os reflexos desta transformação estão sendo observados agora.

Os apartamentos, em geral, são de um e dois dormitórios com até 70 m² com lazer completo, como piscina e área gourmet, e oferecem serviços como lavanderia e pet center.

Os novos moradores atendem ao perfil compacto dos imóveis: geralmente sao meniscos, jovens, solteiros, que procuram um endereço mais próximo do trabalho bem como o publico GLSBT próprio da região.

No entanto, 70% dos compradores são investidores.

Tal procura fez com que as áreas passíveis de construção fossem quase totalmente compradas. O pouco que restou não tem área suficiente para incorporação.

A chegada dos novos moradores (com a substituição dos velhos prédios e cortiços por projetos de grande porte) mudaram a configuração da via e amenizaram um problema histórico da Paim. Antes marginalizada, a rua está recebendo mais policiamento e movimentação diária.

Para Marcos de Souza, gerente de um restaurante na Paim, a movimentação em torno dos novos prédios atenuou a sensação de insegurança.

 

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Jyväskylä University / Alvar Aalto

Fonte: www.archdaily.com.br
© Nico Saieh
© Nico Saieh
  • Arquitetos: Alvar Aalto
  • Ano Projeto: 1959
  • Localização: Jyvaskyla, Finlândia Jyväskylä Finland
  • Fotógrafo: Nico Saieh

Depois da competição para o plano geral, no final de maio de 1951, para o Instituto de Jyväskylä de pedagogia, foram iniciados os trabalhos sobre os planos de cada um dos edifícios individuais que seriam adicionados ao complexo existente. O desenho em U formado pela implantação dos edifícios organiza um espaço central aberto, que recebe um campo de esportes que serve ao conjunto

Casa Esherick / Louis Kahn

Fonte: www.archdaily.com.br
© Ronan Beckerman
© Ronan Beckerman

Um volume monolítico de concreto em meio a um jardim de seis hectares. Uma casa ortogonal de dois andares cuja ordem é rompida pela irregularidade dos panos de vidro, abrindo a casa ao exterior. O exterior de concreto contraste com a natureza ao redor, enquanto os interiores de madeira refazem esse contato.

 

Silver Hut / Toyo Ito

Fonte: www.archdaily.com.br
© Tomio Ohashi. Cortesia de Toyo Ito & Associates
© Tomio Ohashi. Cortesia de Toyo Ito & Associates

Os tradicionais elementos de construção japoneses -peles de papel, paredes móveis- são as referências do projeto. O uso de telas perfuradas e transparentes entra em jogo com a luminosidade natural. O alumínio perfurado apresenta a potencialidade e efeitos desses elementos tão recorrentes das obras japonesas.

 

David S. Ingalls Skating Rink / Eero Saarinen

Fonte: www.archdaily.com.br
© flickr ryan_d_cole
© flickr ryan_d_cole
  • Arquitetos: Eero Saarinen
  • Ano Projeto: 1958
  • Localização: New Haven, Connecticut, USA New Haven United States of America

Um ginásio de hóquei de planta retangular simples, com 61 metros de comprimento por 25,9 de largura, tem sua cobertura como ponto característico. É carinhosamente conhecido como a Baleia de Yale (the Yale Whale).

 

Yale Center for British Art / Louis Kahn

Fonte: www.archdaily.com.br
© flickr joevare
© flickr joevare
  • Arquitetos: Louis Kahn
  • Ano Projeto: 1974
  • Localização: New Haven, USA New Haven United States of America

Uma mudança de materiais e de escala marca a transição entre o exterior e interior. Da opacidade metálica exterior à luminosidade e naturalidade da madeira interior. Uma cobertura de acesso e um alto pátio interior fazem a transição. A estrutura de concreto armado aparente, visível por todo o edifício, é o elemento que lhe dá unidade e carácter.

 

Tower of Winds / Toyo Ito

Fonte: www.archdaily.com.br
© Tomio Ohashi
© Tomio Ohashi

Com a combinação entre um revestimento de painéis de alumínio perfurado e iluminação, o edifício ganha duas imagens bastantes distintas ao longo do dia. Durante o dia, sua superfície reflexiva, que cobre o núcleo de aço, reflete a cidade. À noite, a torre transforma-se em um jogo de luzes que traduz o som e o vento no ambiente. São 1300 lâmpadas, 12 anéis de neon e 30 holofotes alocados na base da torre.